Em 2020, os deputados federais apresentaram um projeto na câmara que prevê o pagamento de um 14° salário aos aposentados e pensionistas do INSS. Portanto, se você recebe algum benefício e quer saber mais sobre o 14° salário do INSS, então está no lugar certo.
Leia até o final, pois nós passaremos para você informações muito úteis. Ainda mais, para te ajudar a entender mais sobre os benefícios e quem tem direito a recebê-los. Sendo assim, continue a leitura do artigo.
Do que se trata o 14° salário do INSS?
Devido às calamidades que atingiram o mundo nos últimos anos, as pessoas foram impactadas pelas questões de saúde, emocionais (por conta da exigência do isolamento) e também com a economia.
Visando melhorar a situação dos aposentados e pensionistas do INSS, o governo federal adiantou o 13° salário para os beneficiários. Aliás, estes que foram os mais atingidos economicamente, pelos momentos de incertezas e pelas reformas na previdência.
Sendo assim, os usufruidores dos serviços prestados pelo INSS, ficaram sem o salário extra pago no fim do ano.
Para diminuir os impactos econômicos gerados pela falta de dinheiro, em 2020 os deputados apresentaram na câmara um projeto que autoriza o pagamento de um 14° salário do INSS.
Inicialmente, os deputados alegaram que isso ocorre devido aos acontecimentos trágicos que abalaram o mundo todo e todas as partes da economia mundial. Consequentemente, muitas pessoas ficaram desempregadas, e os aposentados e pensionistas tiveram que sustentar suas famílias.
Quem pode receber o 14° salário do INSS?
De acordo com o projeto de autoria do deputado federal Pompeo de Mattos, todos os beneficiários do INSS teriam direito ao 14° salário. Isto é, tendo como valor máximo até 2 salários mínimos anuais (atualmente R$2.424,00), pagos por 2 anos (2020 e 2021). Como o projeto não teve a aprovação feita a tempo, agora ele prevê que o pagamento seja nos anos de 2022 e 2023.
O projeto do 14° salário do INSS já foi aprovado?
Ainda não! Na verdade, desde 2020 o PL (projeto de lei) está tramitando na câmara dos deputados.
A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou o projeto em setembro do ano passado. Enquanto, a Comissão de Finanças e Tributação também deu a autorização em novembro do mesmo ano.



