Atenção para todas as moedas de 25 centavos que você tem em casa. É possível que algumas delas sejam consideradas valiosas, e sejam vendidas por nada menos do que R$ 1,5 mil nesse ano de 2024. Ao menos é isso o que garantem os catálogos numismáticos mais atualizados.
A primeira moeda de 25 centavos já lançada na história do Plano Real foi fabricada e posta em circulação no ano de 1994. Isso significa que em 2024 essa peça completa a marca de 30 anos de existência. São três décadas de circulação pelas ruas brasileiras.
Nesse aniversário quem pode ganhar o presente são as pessoas que encontrarem essas moedas. Mesmo que elas não estejam em perfeito estado de conservação, é possível que elas partam de valores interessantes, sobretudo se você encontrar os exemplares em grupo.
Moeda de 25 centavos
As moedas de 25 centavos da primeira família do Plano Real ainda possuem valor monetário. Na prática, isso significa que qualquer pessoa pode encontrar esses exemplares a qualquer momento em um trocado no comércio, por exemplo.
Para ajudar nesse processo de identificação, listamos abaixo um grupo com as principais características das moedas de 25 centavos da primeira família do Plano Real tomando como base as informações disponibilizadas pelo Banco Central (BC):
- Material: aço inox;
- Diâmetro: 23,5 mm;
- Peso: 4,78 g;
- Espessura: 1,40 mm;
- Bordo: liso;
- Eixo: reverso moeda (EH);
- Circulação: de 30/09/1994 a atual;
- Desenho do Anverso: Orla poligonal de sete lados, contendo Efígie da República, dístico BRASIL e data;
- Desenho do Reverso: Orla poligonal de sete lados contendo valor.
O Plano Real
O Plano Real foi um programa econômico iniciado em 27 de fevereiro de 1994, implementado ainda no governo do ex-presidente Itamar Franco. Entre outros pontos, o plano incluía a criação de uma nova moeda para o Brasil: o real.
Segundo economistas, o Plano Real foi a mais ampla medida econômica da história do Brasil. O principal objetivo do projeto era a controle da hiperinflação que assolava o país já há algumas décadas. Vários economistas colaboraram com o projeto, incluindo o então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, que viraria presidente em seguida.




