O Governo Federal anunciou recentemente que vai mesmo pagar o retroativo do Auxílio Emergencial para os pais solteiros que estavam no programa em 2020. O próprio presidente Jair Bolsonaro já assinou a Medida Provisória (MP) que libera cerca de R$ 4,1 bilhões para esses repasses.
De acordo com as informações do próprio Governo Federal, com esse dinheiro vai ser possível pagar para cada um desses pais solteiros até R$ 3 mil. Não é que todo mundo vai receber isso. Acontece que esse é um valor máximo, mas que deverá ser a realidade da grande maioria dos pagamentos.
Explica-se: o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro que impede que esses pais solteiros recebessem o mesmo que as mães solteiras. Essa derrubada vale apenas para os primeiros cinco pagamentos do Auxílio Emergencial. Foi aquele período em que eles pagaram parcelas de R$ 600 e de R$ 1,2 mil.
Pois bem, esses pais solteiros podem pegar essa diferença agora. Afinal de contas, se sabe que esses homens deveriam ter recebido R$ 1,2 mil e não R$ 600. A diferença de cada mês é de, portanto, R$ 600. Se esse cidadão recebeu esse valor durante os cinco primeiros meses, então ele vai receber R$ 3 mil agora.
Inicialmente se imaginou que o Governo Federal iria pagar isso tudo em uma parcela única, o que poderia ser uma grande ajuda chegando de uma só vez para esses pais. Mas isso não vai acontecer. Agora, de acordo com informações de bastidores, sabe-se que eles irão pagar em dois níveis.
Como funciona o pente fino
Neste momento, o Governo Federal está fazendo uma espécie de pente fino nas contas de todos os usuários do Auxílio Emergencial. Isso porque na época das inscrições, o Planalto não abriu a opção de identificação como pai solteiro.



