O Ministério da Cidadania costuma repetir com uma certa frequência que os cidadãos que estão em situação de vulnerabilidade social precisam se inscrever no Cadúnico. Trata-se da lista do Governo Federal que reúne os nomes das pessoas que precisam de auxílios. Ele é obrigatório para o recebimento de alguns benefícios sociais, mas não todos.
É o caso, por exemplo, do retroativo do Auxílio Emergencial. Segundo informações oficiais do próprio Ministério da Cidadania, não é preciso ter uma conta ativa no Cadúnico para receber o montante complementar. Afinal de contas, os pagamentos do programa não exigiam a participação na lista do Planalto no ano de 2020.
O retroativo do Auxílio Emergencial será pago para pais solteiros que chefiam famílias monoparentais e que tenham recebido parcelas de R$ 600 no início dos repasses do programa ainda em 2020. Segundo o Ministério da Cidadania, o complemento do valor para estes homens pode chegar até a R$ 3 mil para quem recebeu os cinco depósitos de R$ 600.
Na ocasião, o Governo dividiu os usuários do Auxílio Emergencial em dois grupos. O primeiro reunia as pessoas que foram selecionadas através do Cadúnico. O segundo reuniu os cidadãos que entraram para o programa através do app oficial do benefício. Era possível realizar uma inscrição direta e milhões de cidadãos foram selecionados desta forma.
Nesse sentido, os pais solteiros que se inscreveram no Auxílio Emergencial através do site ou mesmo do aplicativo e que receberam R$ 600 por mês, não precisam se preocupar com a inscrição para pegar o retroativo. O Ministério da Cidadania explica que eles receberão o montante complementar mesmo estando fora do Cadúnico.



