O programa de habitação popular do Governo Federal, conhecido como Minha Casa Minha Vida, passou por importantes mudanças recentemente. Por meio de uma Medida Provisória, as regras foram alteradas, trazendo novidades que visam beneficiar ainda mais os brasileiros. Desse modo, a partir do dia 7 de julho, a Caixa Econômica Federal implementará as novas diretrizes do programa, que incluem taxas de juros reduzidas e a possibilidade de aquisição de imóveis de maior valor.
Novas regras do Minha Casa Minha Vida
No mês de fevereiro, o Minha Casa Minha Vida foi oficialmente relançado, com uma nova abordagem voltada para os brasileiros da faixa 1, cuja renda familiar mensal não ultrapassa R$ 2.640. Assim, essa parcela da população será contemplada com subsídios que podem chegar a até 95% do valor do imóvel, representando um grande incentivo para a realização do sonho da casa própria.
Contudo, é importante ressaltar que, anteriormente, o programa exigia uma renda familiar de até R$ 1.800.
Mais opções de financiamento no Minha Casa, Minha Vida
Uma vez que com as mudanças implementadas, o Minha Casa Minha Vida também passou a abranger a opção de financiamento de imóveis usados. Além de oferecer soluções habitacionais para famílias em situação de rua. Assim, ampliando o alcance do programa e auxiliando ainda mais pessoas a conquistarem um lar digno.
Outra importante medida adotada foi a aprovação do aumento do teto do valor do imóvel para famílias de renda mais alta, pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Agora, essas famílias poderão adquirir imóveis no âmbito do Minha Casa Minha Vida com valores de até R$ 350 mil. Dessa forma, nas faixas de renda mais baixas, o limite máximo foi estabelecido em R$ 190 mil ou R$ 264 mil, dependendo da localização do imóvel.

Redução de taxas
Além disso, uma das mudanças mais aguardadas pelos beneficiários do programa refere-se às taxas de juros cobradas. Para as famílias com renda mensal de até R$ 2 mil, houve uma redução nas taxas de juros de 4,25% para 4% ao ano, nas regiões Norte e Nordeste do país. Já nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, as taxas foram reduzidas de 4,5% para 4,25% ao ano.



