Atualmente, notícias a respeito das condições climáticas vêm gerando inúmeras preocupações para muitos cidadãos. Isso ocorre porque, conforme informações oficiais, a previsão é de que um ciclone atingisse algumas partes do planeta. O Brasil, inclusive, está nessa lista. Por isso, recomenda-se a evacuação das áreas que correm mais risco.
A princípio, além do Brasil, outras partes do planeta registram o mesmo fenômeno. No Japão, por exemplo, as agências locais emitiram um alerta por conta da força dos ventos, que podiam chegar a incríveis 270 quilômetros por hora. O risco é de tempestades, altas ondas e chuvas em situação recorde. No Brasil, essa situação não é diferente, visto que um ciclone está se aproximando do país, mais especificamente em uma região do país. Confira mais informações a seguir.
Ciclone se aproximando do Brasil
Primeiramente, é importante destacar que o ciclone no Brasil neste mês de setembro está se aproximando da região Sul do país. Ademais, segundo informações preliminares, esse fenômeno poderá pegar um pouco da costa sudeste também. Atualmente, acontece uma transição para a primavera, que no hemisfério sul chegou desde o último dia 22 de setembro.
Desde às 18 horas da última quinta-feira (22/09), a formação de um ciclone no oceano pode causar rajadas de vento de até 100 km/h, no Litoral de Santa Catarina.
De acordo com informações de Francine Sacco, meteorologista do órgão, “na praia ou área costeira do Litoral Sul e Grande Florianópolis, as rajadas chegam a 80 km/h, ficando ainda mais fortes no mar, onde podem chegar aos 100 km/h”.
Essa informação, ela acrescenta, é um alerta para a região, sobretudo para embarcações. Ela ainda informa que pontos mais altos da região serrana também devem registrar rajadas de vento intensas.
De acordo com informações da Defesa Civil, há um risco moderado para ocorrências, como destelhamentos, quedas de galhos e árvores e danos na rede elétrica no Sul catarinense, parte da Grande Florianópolis e outras regiões.
Ainda de acordo com a Defesa Civil, o avanço de uma massa de ar seco e frio, de origem polar, derruba as temperaturas mínimas em todo o estado desde a noite da última quinta. Os menores números devem ser registrados, no entanto, nas madrugadas de sexta e sábado (24), quando as mínimas atingem valores negativos entre o Oeste e a Serra.


