Os concurseiros que estão na espera do concurso IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) receberam uma excelente notícia.
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, declarou que o novo edital vai sair ainda em 2023 e confirmou: “Vai ter concurso para o IBGE, concurso para o Ipea, concurso para auditores, concurso para a Receita”.
Sobre a ordem em que os editais serão liberados, Tebet disse: “Não sei quem fica na primeira leva ou na segunda leva, mas já tem uma lista ali”. As declarações foram realizadas durante aula magna no campus de Araraquara da Unifesp ( Universidade Federal de São Paulo).
Vagas concurso IBGE
Estão sendo solicitadas 2.503 vagas. Espera-se que os seguintes cargos sejam contemplados:
- 1.004 – Analistas de Planejamento, Gestão e Infraestrutura e Tecnologistas em Informações Geográficas e Estatísticas;
- 11 – Pesquisadores em Informações Geográficas e Estatísticas;
- 1.488 – Técnicos em Informações Geográficas e Estatísticas.
Vale pontuar também que na quarta-feira, 12 de abril, foi aberto um processo para autorização de concurso público para o IBGE. A última tramitação foi remetida pela manhã, no MGI-SGPRT-DEPRO (Coordenação-Geral de Concurso e Provimento de Pessoal).
Ministra reconhece o déficit
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, reconheceu o déficit de servidores no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com isso, o concurso IBGE pode sair do papel nos próximos dias.
Com o atual governo, a titular da pasta se torna responsável pela autorização e realização dos certames. Esther esclarece que por mais que ainda não seja possível a listagem dos editais que serão autorizados para 2023, reconhece que há áreas que precisam com urgência de novas contratações, inclusive, situações em que 30% da folha já está apta à aposentadoria.
Novo concurso IBGE
“Estamos muito focados no reajuste. Não tem como precisar quais seriam os concursos (mais urgentes), em quais áreas. Desde que eu estava aqui (no governo Dilma Rousseff), eu já acompanhava áreas que tinham muita gente em abono de permanência, com risco de aposentadoria, e a reforma da Previdência em 2019 acelerou. Áreas que já estavam com risco muito grande, com 30% da folha podiam se aposentar. IBGE e Banco Central, mas tem outras também“, relatou a ministra.
Em destaque ao IBGE, Esther concorsou sobre a necessidade de efetivos, entre os principais problemas citados pelo órgão, está o adiamento do Censo 2022. O procedimento já deveria ter sido concluído, contudo, o prazo previsto para ser finalizado é em abril deste ano.
Entre as principais dificuldades encontradas estão a falta de permanência dos contratos temporários que aconteceram ao longo do Censo, sendo assim, levantou-se a necessidade de realizar inúmeros processos seletivos a fim de concluir a demanda exigida. “Nosso maior desafio foi contratar recenseadores, planejamos contratar 180 mil e o máximo a que chegamos foi 120 mil. Também tivemos problemas no pagamento dos recenseadores por não termos testado o sistema antes“, afirmou Cimar Azevedo, diretor de pesquisas.



