A Fundação Getulio Vargas (FGV) será a banca responsável pelo novo concurso temporário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A instituição teve sua proposta aceita e foi oficialmente habilitada para organizar os dois editais que, juntos, vão oferecer 9.580 vagas de nível médio.
A definição da banca representa um passo importante no cronograma do processo seletivo. Com a FGV habilitada, outras instituições que aguardavam análise, como o Instituto AOCP e o IBFC, não terão mais suas propostas avaliadas.
As empresas Evolução Consultoria LTDA e J Brasil Soluções e Ensino LTDA chegaram a ser analisadas, mas foram desclassificadas anteriormente.
Agora, o IBGE aguarda a homologação da licitação e a assinatura do contrato com a FGV para, enfim, publicar os editais. A expectativa é de que isso ocorra nas próximas semanas.
O que já se sabe sobre o concurso
Até agora, o que se sabe sobre o concurso do IBGE é o seguinte:
- Vagas: 9.580 no total
- Agente de pesquisas e mapeamento: 8.480
- Supervisor de coleta e qualidade: 1.100
- Nível de escolaridade: Médio
- Distribuição: Em 530 municípios (lista ainda não divulgada)
- Tipo de prova: Objetiva, com 60 questões de múltipla escolha
- Duração do exame: 4 horas
- Previsão de contratação: Novembro de 2025
Embora os processos licitatórios estejam sendo conduzidos separadamente, a FGV deverá comandar os dois concursos temporários, conforme definido nos documentos técnicos da seleção.
Inicialmente, o nome da banca seria anunciado ainda em maio, mas o prazo de envio das propostas foi adiado, o que atrasou o cronograma.
Os aprovados no CNU
Paralelamente ao concurso temporário, o IBGE também está absorvendo os aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU), realizado em 2024. Foram quase 900 vagas efetivas preenchidas, abrangendo cargos de níveis médio e superior.
Os novos servidores, segundo o instituto, começam a trabalhar em julho deste ano. A convocação foi iniciada em maio e contemplou os quatro cargos ofertados.
A chegada da nova equipe tem sido comemorada pela alta cúpula do IBGE:
“Com o acréscimo de quase 1/3 no corpo de servidores permanentes, o IBGE reforça a sua capacidade de seguir melhor, cumprindo sua missão institucional”, declarou o presidente do Instituto Márcio Pochmann.




