Os precatórios do INSS estão disponíveis para saque a partir de janeiro de 2024, totalizando R$ 93 bilhões pagos pelo governo federal. Esses pagamentos incluem indenizações de causas judiciais vencidas por aposentados e outros beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social.
Se você está se perguntando como sacar esses valores, este artigo irá fornecer todas as informações necessárias.
O que são precatórios do INSS?
Os precatórios são pagamentos de indenizações concedidos a pessoas que entraram com ações judiciais contra o governo federal, incluindo o INSS. Essas ações podem estar relacionadas a revisão de benefícios, atraso no pagamento, erro na liberação, ou qualquer outra razão que tenha prejudicado o cidadão. Os precatórios são pagamentos de indenizações que ultrapassam o valor de 60 salários mínimos.
No entanto, quando o valor definido pela Justiça Federal fica abaixo dessa quantia, ele é chamado de RPV (Requisição de Pequeno Valor) e o pagamento é concedido de maneira mais rápida. Neste lote de precatórios liberados, foram disponibilizados R$ 25 bilhões para pagamento de precatórios e R$ 2 bilhões para RPVs.
Portanto, terão acesso a essas indenizações as pessoas que entraram com ação na Justiça contra o INSS, receberam ordem de pagamento do juiz expedida em novembro de 2023 e têm direito a uma indenização com valor maior que 60 salários mínimos.
Como saber se você tem direito aos precatórios?
As informações do CJF (Conselho da Justiça Federal) indicam que os pagamentos serão depositados nas contas dos beneficiários até o final desta semana, mas o saque só poderá ser feito a partir de janeiro de 2024. Para saber se você tem direito à liberação dos precatórios neste lote, siga os passos abaixo:
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Acesse o site do TRF (Tribunal Regional Federal) do seu estado.
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Busque pela opção “Precatórios”.
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Informe seu número de CPF, número do processo, nome completo ou nome do advogado.
O dinheiro será depositado na conta do titular do processo. É importante ressaltar que a data exata em que os valores estarão disponíveis pode variar para cada processo, por isso é fundamental consultar os portais dos TRFs para obter essa informação.



