O Wi-Fi é uma tecnologia de rede que não utiliza fios que torna possível conectar uma série de dispositivos, como smartphones, computadores, tablets, impressoras, entre outros, à internet. Todavia, ele foi criado a mais de 25 anos e está presente nos dias atuais em uma grande variedade de equipamentos e aparelhos eletrônicos.
A princípio, há uma série de pesquisas que procuram desenvolver outros tipos de tecnologia, que prometem ser mais rápidas, inovadoras e mais eficientes. O Light Fidelity (Li-FI), por exemplo, promete deixar o Wi-Fi obsoleto em pouco tempo. Ele é 100 vezes mais veloz e há uma certa diferenciação em sua transmissão de dados e informações.
Desse modo, estima-se que o Li-Fi alcance cerca de 224 GB por segundo. A nova tecnologia é bastante inovadora, visto que sua transmissão deverá ser feita através da luz, o que não acontece com o tradicional Wi-Fi que emprega ondas de rádio. Ele também pode utilizar o infravermelho e deve ser adotado em pouco tempo.
Vale ressaltar que o Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE), aprovou o novo padrão 802.11bb, que promove a utilização massiva do Li-FI, para ser empregado de maneira usual. De fato, a nova tecnologia apresenta inúmeras vantagens, com uma maior velocidade, trazendo vários benefícios aos usuários.
Será o fim do Wi-Fi?
O Li-Fi se diferencia do tradicional Wi-Fi em outras características, como uma largura de banda maior. Isso se deve ao fato de que o espectro de luz é maior do que as ondas de rádio. Sendo assim, com esse tipo de tecnologia, é possível ligar vários dispositivos ao mesmo tempo. Neste caso, não haverá uma perda da velocidade.
Ademais, o Li-Fi é muito mais seguro, já que não se prolonga pelas paredes, o que dificulta exponencialmente a interceptação de dados e maiores informações. Também é mais difícil de sofrer interferência de aparelhos e equipamentos eletromagnéticos. Sendo assim, ele apresenta mais benefícios que o Wi-Fi.
Analogamente, uma outra vantagem do Li-Fi frente ao Wi-Fi, é a de que pode-se utilizá-lo amplamente em ambientes que anteriormente não davam acesso à rede Wi-Fi. Neste caso, podemos citar os aviões, hospitais, usinas nucleares, entre outros. Há uma proibição das ondas de rádio nestas situações por questões de segurança.



