Ao comentar sobre os programas assistenciais do Governo Federal, o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, falou sobre a situação dos trabalhadores brasileiros.
Desse modo, ele declarou que os trabalhadores com carteira assinada se encontram no “paraíso”. Contudo, aqueles que dependem dos auxílios dos estados, municípios e pelo próprio Governo Federal estão no “purgatório”.
Ministro fala sobre renda básica
As falas ocorreram em seu discurso no Palácio do Planalto em evento para o lançamento do programa Renda e Oportunidade.
Na ocasião, então, o líder da pasta econômica declarou que o atual presidente Jair Bolsonaro, desde de o início de sua campanha em 2018, já pensava em implementar o conceito de renda básica. Isto é, antes mesmo do surgimento dos impactos econômicos e sociais da pandemia de Covid-19.
Além disso, segundo Paulo Guedes, o Auxílio Brasil foi o principal responsável na disseminação do conceito de renda básica no Brasil. O programa substituiu o Bolsa Família em novembro de 2021.
“Com esse conceito de renda básica, olhamos lá para cima, para os que estão na CLT, no paraíso. Agora, no meio tem um purgatório, numa luta enorme, falta de dignidade, de reconhecimento do trabalho dessas pessoas”, declarou o atual ministro da Economia.
Ademais, sobre a atual situação econômica do país, o ministro declarou que o Brasil acabou enfrentando duas ondas. Isto é, uma com a questão da saúde e outra referente ao setor econômico que, segundo ele, ameaçou “afogar o país”.
“As nossas respostas protegem o Brasil. O Brasil caiu menos, voltou mais rápido e já está com déficit zerado de um lado e a política monetária em outro lugar, ou seja, preparado para enfrentar os próximos desafios”, relatou Paulo Guedes.
Paulo Guedes também explica sobre financiamentos e FGTS
Durante o evento, Paulo Guedes também falou sobre o processo de liberação do saque emergencial do FGTS. De acordo com ele, portanto, isso não irá impactar os recursos orçamentários dos setores de habitação, saneamento e infraestrutura.
Além disso, segundo o ministro, os recursos disponíveis devem chegar a casa dos R$ 30 bilhões. Assim, irá impactar de forma direta cerca de 40 milhões de cidadãos brasileiros. A ação faz parte do programa Renda e Oportunidade, que o Governo Federal lançou.
“Estamos dando sequência a um conceito muito claro do presidente, vamos devolver aos brasileiros o que é dos brasileiros. Estamos protegendo o orçamento de habitação, infraestrutura, saneamento. Ninguém está encostando nos fluxos anuais destes orçamentos. O que estamos fazendo é que tem uma sobra de caixa que vai acumulando lá e de um lado os brasileiros todos negativados, milhares em situação de crédito difícil”, pontuou o ministro.
Auxílio Brasil é ponto importante para Paulo Guedes
Indo adiante, o ministro também comentou sobre o Auxílio Brasil, programa de transferência de renda do Governo Federal que substituiu o Bolsa Família.
Assim, Paulo Guedes declarou que o conceito de renda básica sempre foi uma questão prioritária durante o governo do atual presidente.
“Desde a campanha, quando fabricamos o primeiro programa, já falávamos na renda básica, por isso que quando a pandemia chegou nós tivemos velocidade de resposta, nós já tínhamos esta preocupação de como estender camadas de proteção social para os mais frágeis”, afirmou Guedes.



