Milhões de brasileiros que trabalharam com carteira assinada ou como servidores públicos entre 1971 e 1988 ainda têm direito a cotas do PIS/PASEP não sacadas. Para muitos, essa pode ser a última chance de recuperar valores esquecidos antes que eles voltem para o Tesouro Nacional.
Entenda, a seguir, quem pode sacar, como consultar e o passo a passo para solicitar o ressarcimento pelo Repis Cidadão em 2026.
Quem pode receber os valores do PIS/Pasep em 2026?
Os valores esquecidos do PIS/PASEP são destinados a quem teve registro CLT ou foi servidor público de 1971 a 1988 e ainda não resgatou o saldo disponível. Caso o trabalhador tenha falecido, os herdeiros também têm direito, desde que apresentem a documentação prevista e o número de inscrição do titular.
Importante lembrar: o saque das cotas do PIS/PASEP não é o mesmo que o Abono Salarial anual. São regras e prazos diferentes para cada benefício.
Como consultar se ainda há valores esquecidos?
O processo de consulta é simples e pode ser feito sem sair de casa. Existem duas formas principais de acessar essa informação:
- Pelo aplicativo FGTS: Disponível para Android e iOS, permite conferir se existem valores do PIS/PASEP a receber.
- Pelo Repis Cidadão: No portal oficial, é preciso acessar com login Gov.br.
Após fazer login, o sistema avisa se há saldo e mostra o valor exato para saque.
Passo a passo: Como solicitar o saque do PIS/PASEP 2026

Imagem: Notícias Concursos
Solicitação para trabalhador
- Acesse o Repis Cidadão usando sua conta Gov.br. O sistema já avisa se há valor disponível.
- Caso positivo, escolha como quer receber: conta bancária de sua titularidade (pode ser Caixa, Banco do Brasil ou outro banco).
- Confira os dados e confirme o pedido.
- Acompanhe o pagamento no mesmo portal.
Solicitação para herdeiros
- Reúna RG, CPF, certidão de óbito do titular e documentos que comprovem vínculo de herança.
- Procure uma agência da Caixa Econômica Federal pessoalmente para protocolar o pedido com todos os documentos.
- Após análise, o valor é liberado para saque pelo herdeiro legal.
Quem não sacar os valores até setembro de 2028, perde o direito e o dinheiro retorna ao Tesouro Nacional.



