No último dia 17, segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro falou novamente sobre um dos assuntos que andam gerando mais discussões no texto da Reforma Administrativa: a estabilidade para servidores públicos. Será que os servidores poderão perder o emprego ou será que haverá vagas com menos exigências?
No encontro realizado no Palácio da Alvorada, em Brasília, Bolsonaro falou sobre o assunto. “Reconheço o trabalho dos servidores. Temos as carreiras típicas de estado: as Forças Armadas, Polícia Federal, Receita, CGU, entre outras, que tem que ter estabilidade”, ele disse.
O presidente ainda afirmou que os atuais servidores públicos vão ter a estabilidade garantida. “Não vão perder nada, vão continuar com todos os seus direitos.”
Estabilidade e contratação de novos servidores
De acordo com as novas propostas, o processo seletivo para novos servidores vai ser exigente. Estes passarão por filtros de meritocracia, além da avaliação de seus serviços, para que possam conquistar o direito à estabilidade (permanecer no emprego depois de uma fase de teste).
Os futuros concursados não vão garantir a estabilidade de maneira automática depois de três anos de estágio probatório, como é hoje em dia. Se as novas regras propostas forem aprovadas, deve ser definido um prazo para o servidor atingir a estabilidade, de acordo com cada carreira e também a avaliação de desempenho.


