A Meta acaba de copiar mais um concorrente. Depois de copiar o Snapchat com os Stories e o TikTok com o Reels, a empresa decidiu olhar para uma rede social mais veterana para servir como fonte de inspiração para um novo recurso. Trata-se do Threads, que provavelmente vai ser mais conhecido no Brasil como o “Twitter do Instagram”.
A novidade já conquistou 25 milhões de inscritos até agora – lembrando que foi lançada ontem (5/7). Segundo o diretor do Instagram, Adam Mosseri, a ideia do Threads surgiu a partir da observação de um mercado já consolidado pelo Twitter, mas que poderia oferecer mais alternativas de ambientes para conversas públicas. Para a empresa, parecia haver espaço para criar algo aberto e benéfico para os usuários ativos no Instagram.
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Provavelmente, o executivo viu uma oportunidade de mercado após o Twitter conquistar insatisfação de usuários após sua venda para o bilionário Elon Musk. Desde que assumiu a chefia da rede social de micro textos, Musk promoveu o verificado pago e, recentemente, limitou o número de posts que os usuários podem ver, entre outras iniciativas impopulares.
Já o Threads, que pode não ter um nome fácil para a pronúncia do português brasileiro, pode se tornar popular se conseguir pegar carona no número de usuários do Instagram. Segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Uso de apps no Brasil, o aplicativo está em 55% das telas iniciais de smartphones de brasileiros.
O que o Threads oferece e como acessar
Ao contrário do Instagram, hoje muito focado em vídeos e imagens, o Threads vai se dedicar ao compartilhamento de textos curtos, mas ainda será possível publicar fotos, compartilhar postagens de outros usuários e comentar em publicações. Ela já está disponível na web e em breve será lançada para dispositivos Android e iOS.
O Threads destaca-se também por permitir a publicação de postagens de até 500 caracteres, imagens e vídeos de até cinco minutos, e por não contar com publicidade no momento. O Threads está disponível inicialmente em 100 países, incluindo os Estados Unidos e o Brasil, mas não na União Europeia, devido a complexidades de conformidade com algumas leis que entrarão em vigor no próximo ano.




