A partir desta terça-feira (19), consumidores de todo o país, que costumam fazer compras na Shein, estão livres dos pagamentos do imposto de importação para produtos que custam menos do que US$ 50. A informação foi confirmada por representantes da própria empresa por meio de entrevistas para veículos de comunicação do Brasil.
Na última semana, o governo federal publicou a entrada da Shein no sistema do Remessa Conforme no Brasil. A publicação foi feita em uma edição do Diário Oficial da União (DOU). Contudo, os consumidores ainda estavam reclamando da cobrança dos impostos mesmo depois da publicação. A partir desta terça-feira (19), o sistema muda e a isenção começa a valer de fato.
Como funciona o Remessa Conforme
O Remessa Conforme é um programa criado pelo Ministério da Fazenda. O documento aponta para uma série de regras gerais sobre a taxação de produtos internacionais. Com a entrada oficial da Shein a partir desta terça-feira (19), tais normas começam a impactar os preços dos produtos.
Veja abaixo:
Produtos que custam menos do que US$ 50
- Como era antes: cidadão precisava pagar imposto de importação com alíquota de 60%, e mais o ICMS que variava a depender do estado;
- Como fica: cidadão vai pagar apenas o ICMS com alíquota de 17% para todos os estados, mais o Distrito Federal.
Produtos que custam mais de US$ 50
- Como era antes: cidadão precisava pagar imposto de importação com alíquota de 60%, e mais o ICMS que variava a depender do estado;
- Como fica: cidadão vai pagar o imposto de importação com alíquota de 60%, e mais o ICMS de 17% para todos os estados, mais o Distrito Federal.

A novidade que agradou os consumidores da Shein
Nesta terça-feira (19), a Shein anunciou que vai bancar o ICMS para os seus consumidores para os produtos que custam menos do que U$ 50. Na prática, isso significa que nada vai ser repassado para o consumidor. Nem o imposto de importação de 60% e nem a alíquota de 17% do ICMS, que é um imposto de caráter estadual.



