As cinzas de carvão consistem em vários subprodutos da combustão de carvão. Incluem cinzas volantes, gesso de gás de combustão, cinzas e escórias de caldeira, que se acumulam nas barrigas das usinas elétricas a carvão.
Conheça a seguir os seus usos e os perigos desse material.
Cinzas volantes
Aproximadamente metade das sobras da combustão do carvão tomam a forma de “cinza volante”, um resíduo pulverulento de cor clara que se assemelha à cinza de madeira.
A cinza volante é tão fina e leve que voa até as chaminés de uma usina de energia.
No passado, as cinzas volantes acabavam lançadas no ar dessa forma. Entretanto, as leis agora exigem que as emissões de cinzas volantes sejam capturadas por filtros.
Gesso para gases de combustão
O gesso do gás de combustão é produzido quando os depuradores de emissões dentro das chaminés de exaustão de uma usina de carvão removem enxofre e óxidos dos fluxos de gás.
É o segundo subproduto mais comum da combustão do carvão.
Escória de Caldeira
As porções de cinza de carvão que derretem sob o intenso calor da combustão e depois resfriam para formar pelotas vítreas semelhantes a obsidiana se chamam escória de caldeira.
Traços de escória de caldeira podem ser encontrados em filtros de chaminés, bem como ao longo do fundo do forno.
Exatamente quão perigosa é a cinza de carvão?
O armazenamento das cinzas de carvão ocorre perto de usinas de energia, tanto em aterros a céu aberto (“poços de cinzas”) e tanques de água ou represas (“tanques de cinzas”).
O problema com este sistema de armazenamento é que os contaminantes das cinzas de carvão podem contaminar o solo, rios, lagos e lençóis freáticos.


