Segundo Guilherme Amado, do jornal Metrópoles, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) irá julgar um processo relativo ao Pix nesta terça-feira (7), no período da tarde, o qual trata da hipótese de roubo do aparelho celular, quando os criminosos realizam uma transferência instantânea através do aplicativo do banco. A análise será feita para definir se, nessa situação, o banco deve responder pelos danos que a vítima sofreu com a transferência de dinheiro. A relatora do processo é a ministra Nancy Andrighi.
O caso real que está sendo levado a julgamento na Terceira Turma ocorreu da seguinte forma: a vítima teve seu celular roubado, e logo em seguida já informou o que havia acontecido ao banco. A cliente solicitou que as transações via Pix fossem bloqueadas para seu aparelho, porém, o banco não atendeu seu pedido, e consequentemente o criminoso conseguiu fazer transferências pelo aplicativo da instituição no celular roubado.
O caso já havia chegado ao Tribunal de Justiça de São Paulo, que julgou como “fato exclusivo de terceiro”. Sendo assim, o banco não foi responsabilizado e não teve de pagar a indenização. A vítima recorreu com recurso, afirmando que houve falha no dever com a segurança.
Golpes do Pix
Proteger-se dos golpes do Pix é muito importante, e a melhor forma de fazer isso é ficar atento aos diversos golpes. Isso inclui o chamado Pix Robot Scam, onde golpistas se aproveitam da falta de atenção da vítima e prometem lucros financeiros rápidos.
Para atingir esse objetivo, eles utilizam estratégias de engenharia social. Isto inclui contactar as vítimas através de mensagens e anúncios em plataformas de redes sociais. Os golpistas oferecem oportunidades de investimento com retornos muito atrativos e solicitam a transferência do dinheiro para uma conta desconhecida via Pix.




