O PIX é um meio de pagamento criado pelo Banco Central, onde é possível fazer transferências bancárias instantaneamente e sem pagar nenhuma taxa. A ferramenta foi lançada em novembro do ano passado, e já possui mais de 130 milhões de chaves cadastradas. Diante desse crescimento desenfreado é normal que erros aconteçam, seja por desatenção do usuário, ou por golpes aplicados maliciosamente.
Desse modo é importante criar estratégias para tentar evitar esses erros, para que uma ferramenta que veio para facilitar a vida dos brasileiros não se torne motivo de transtorno e desconfiança. Confira a seguir os principais erros cometidos ao se fazer um PIX, e o que se deve fazer quando já foram cometidos.
Erros na hora de fazer um PIX
O principal erro é a desatenção na hora de usar esta nova ferramenta. O PIX funciona com tempo de processamento na casa dos segundos, ou seja, é instantâneo. É importante ter certeza de que deseja fazer a transferência, e nunca decidir na hora da “emoção”, pois talvez você não tenha a chance de reverter essa situação.
O cliente também muitas vezes confunde os dados na hora de fazer a transação, coloca a chave errada e, obviamente, o dinheiro não chega para a pessoa certa. O PIX fornece uma confirmação com os dados de quem receberá o pagamento, desse modo sempre se certifique de que a chave de destino está correta.
Nunca forneça informações ou dados pessoais para desconhecidos. Existem pessoas que precisam utilizar o PIX diariamente com estranhos, sem saber se podem confiar neles. Nesses casos é recomendado utilizar a chave aleatória, para que sua Chave PIX não seja comprometida. Na opção chave aleatória são gerados 32 dígitos aleatoriamente para fazer sua identificação.



