É real e oficial! O governo federal assinou nesta quinta-feira (27), em Brasília, acordos com entidades representativas de professores e de técnicos-administrativos das universidades públicas e institutos federais de educação.
Para quem não acompanhou, cabe mencionar que a categoria estava em greve há 70 dias, e retomou as atividades acadêmicas ontem (27).
Além disso, diante de todo o cenário, o presidente Lula (PT) se queixou publicamente da movimentação e pediu a revisão de posicionamento dos reitores.
Acordo com professores e técnicos
A saber, os acordos foram fechados pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) e o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe).
Dessa forma, no caso dos docentes, a proposta apresentada pelo governo prevê a reestruturação da carreira, com ganhos médios de 9% em janeiro de 2025 e 3,5% em maio de 2026, além de reestruturação na progressão entre os diferentes níveis da carreira.
Assim, o salário inicial de um docente com doutorado passará para R$ 13,7 mil e para professor titular, no topo da carreira, será de R$ 26,3 mil em 2026.
De toda forma, o Sindicato externou a sua posição:
“Não significa, em hipótese alguma, o fim da mobilização e da luta pela retomada de direitos que nos foram retirados e pelo atendimento de diversas pautas de reivindicações”, publicou em nota.


