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Inep avalia terceirizar o banco de questões usado no Enem

Por Wlianna Araújo· 2 min de leitura
Mitos sobre o ENEM 2023: veja o que é verdadeiro e o que é falso
Mitos sobre o ENEM 2023: veja o que é verdadeiro e o que é falso. Imagem: Divulgação

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) solicitou uma consulta sobre a possibilidade de terceirizar a formulação do banco de questões que caem no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O Inep é a autarquia do Ministério da Educação (MEC) responsável pela realização de diversos exames a nível nacional, entre eles o Enem e o Encceja, por exemplo.

O documento no qual a autarquia busca uma avaliação quanto a possíveis mudanças no banco de questões do Enem foi revelado pelo jornal “O Globo”. Assinado pelo chefe da Diretoria de Avaliações da Educação Básica (Daeb), Anderson Soares Furtado de Oliveira, o documento busca a avaliação dos prós e contras de realizar ou não a mudança.

O BNI é formulado pelo Inep

Atualmente, a formulação do banco de questões é de responsabilidade do Inep. Desse modo, é a autarquia que cria as perguntas que compõe o Banco Nacional de Itens (BNI). Além de compor a prova do Enem, o BNI pode ser usado em outros exames do Inep, como o Encceja, o Enade e outros.

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Em resposta ao “G1”, o Inep afirmou que a busca pela terceirização se dá porque o BNI está ‘obsoleto. Portanto, o órgão avalia a possibilidade de contratar uma empresa para elaborar e revisar os itens. Além disso, o Inep quer “calibrar” o nível de dificuldade das provas.

Por esse motivo, o documento solicita a avaliação de dois cenários: manter a formulação das questões pelo próprio Inep ou terceirizar a demanda. A avaliação deve ser feita até o dia 31 de agosto.

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Wlianna Araújo

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Wlianna Araújo

Pesquisadora, professora de Língua Portuguesa, revisora e redatora do Portal Notícias Concursos.

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