O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou ainda nesta quarta-feira (2) que vai realizar profundas mudanças nas regras da prova de vida. De acordo com as informações oficiais, eles passarão a fazer esse processo através de um cruzamento de dados. A ideia é facilitar a vida dos segurados neste momento.
Que deu essa informação foi o próprio presidente do INSS, José Carlos Oliveira. De acordo com ele, com essas mudanças, o cidadão não vai mais precisar ir presencialmente até um banco para fazer a prova de vida. Isso porque o Governo vai analisar outras bases de dados para saber se a pessoa está viva ou não.
Pelo que se sabe até aqui, o presidente Jair Bolsonaro vai assinar uma portaria para oficializar essas mudanças. Apesar de o Governo não ter dado mais detalhes, sabe-se que essa nova regra vai valer apenas para as pessoas que fazem aniversário depois da data da publicação deste documento. Pelo menos neste primeiro ano.
Há um temor de que o Governo acabe se baseando em dados inconsistentes e acabe avaliando que a pessoa morreu sem ter morrido. Mas o presidente do INSS disse que isso não vai acontecer. De acordo com ele, sempre que eles suspeitarem que alguém morreu, eles enviarão uma equipe para a casa desse cidadão.
Chegando lá, eles irão fazer a prova de vida no estilo biométrico. Caso eles não encontrem o cidadão, então aí sim ele vai poder perder o benefício. Pelo menos foi isso o que eles avaliaram como uma solução para o problema. O presidente do INSS evitou dar uma data para o início das mudanças.



