Excelente notícia para os brasileiros que desejam sair do aluguel. O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida voltou após o relançamento realizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com a reformulação, a iniciativa conta com diversas novidades para ajudar pessoas de baixa renda na compra na casa própria.
Veja o que mudou e como se cadastrar no programa Minha Casa, Minha Vida.
Mudanças na renda e subsídio
Além de dar continuidade as obras que foram paradas em governo anteriores, foi ampliado o valor do subsídio ofertado pela União para a construção de casas. Com a alteração, o subsídio pode chegar a 95% do valor do imóvel, uma vez que o teto para áreas urbanas passou de R$ 96 mil para R$ 140 mil, representando um ajuste de 46%.
Já para as construções em áreas rurais, o teto do subsídio subiu para R$ 60 mil. Outra mudança referente ao programa foi no valor da renda bruta familiar, que passou de R$ 1.800 para R$ 2.640 mensais em áreas urbanas e R$ 31.680 por ano nas áreas rurais, equivalente a R$ 2.640 por mês.
Financiamento com entrada zero
Segundo integrantes do Poder Executivo e do Ministério das Cidades, o valor de entrada, que deve ser pelo menos 20% do preço do imóvel, tem sido um empecilho para as famílias de baixa renda que se enquadram na faixa 1 do programa habitacional.
Este grupo é composto por grupos familiares que possuem uma renda bruta mensal de até dois salários mínimos, (R$ 2.640,00 a partir de maio). A intenção do presidente Lula é conseguir a liberação de 500 mil casas para todas as faixas em 2023.
Desse modo, considerando que um beneficiário da faixa 1 consiga um financiamento de 80% do valor do imóvel, o governo poderá utilizar recursos de programas estaduais e municipais ou até mesmo do FGTS para abater o custo de 20% da entrada.


